Entramos na luta contra a COVID-19, trazendo recomendações atualizadas de acordo com as diretrizes científicas das principais agências de saúde do mundo.

Desenvolvemos uma triagem digital para contribuir com o mapeamento epidemiológico da COVID-19, baseado em sintomas e comportamentos, que permitirá tirar conclusões sobre as formas ideais de convívio social durante o controle desta pandemia. Faça sua Triagem agora!

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Sobre a COVID-19

SARS-CoV-2 é um vírus que pertence à família dos coronavírus e pode causar a COVID-19, uma infecção viral contagiosa que ataca principalmente a garganta e os pulmões.

É uma nova doença ainda não totalmente conhecida pela comunidade científica. Foi identificada pela primeira vez em dezembro de 2019 na cidade de Wuhan, na China.

Sinais comuns da infecção incluem sintomas como febre, tosse, dor de garganta e falta de ar. Faça sua triagem esteja com algum sintoma ou desconforto.

Como a COVID-19 se propaga?

O novo coronavírus é transmitido pelas vias aéreas, principalmente quando a pessoa infectada tosse ou espirra, liberando gotículas que contaminam outras pessoas, objetos e superfícies ao redor.

Uma pessoa poderá se infectar principalmente por levar involuntariamente a mão ao rosto (boca, nariz, olhos), permitindo que o SARS-CoV-2 entre no seu organismo, podendo desencadear a doença COVID-19.

  • Contato com pessoas infectadas

    O SARS-CoV-2 se propaga entre seres humanos direta ou indiretamente. Pode acontecer pelo simples contato corporal, ou quando uma pessoa infectada estiver muito próxima à outras pessoas não infectadas.

  • Estando muito próximo das pessoas

    Naturalmente expelimos partículas quando falamos, tossimos ou espirramos e estas gotículas podem chegar até a 2 metros de distância. As gotículas de um infectado com coronavírus caem e se depositam em superfícies contaminando-as.

  • Tocando nos olhos, nariz ou boca

    O SARS-CoV-2 também se mantém vivo em superfícies por algum tempo, e poderá contaminar uma pessoa que toque nesses locais e depois leve a mão à boca, nariz ou olhos, permitindo que o vírus entre no seu organismo.

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Quais são os sintomas da COVID-19?

Sintomas são alterações da percepção que cada pessoa tem do próprio corpo, do seu metabolismo ou de suas sensações. Por isso você deve fazer uma avaliação comparando com suas próprias percepções dos dias anteriores.

Os sintomas gerais da COVID-19 são: febre, tosse seca, dificuldade para respirar, dor de cabeça e dores no corpo, conjuntivite e diminuição no olfato e paladar. Preste atenção aos principais sintomas:

  • Febre Persistente

    É um dos sintomas mais comuns. Na primeira semana, a febre tende a ser baixa, em torno de 37,5 ºC (99.5 ºF), podendo aumentar, a partir da segunda semana, para mais de 38 ºC (100.5 ºF).

  • Tosse seca

    A tosse da COVID-19 geralmente é seca, inicialmente sem muita secreção, e é um sintoma que se intensifica com o passar dos dias. Quando combinado com algum destes outros sintomas, é sinal de alerta.

  • Dificuldade para respirar

    Este é o sintoma mais preocupante, mesmo quando percebido sem nenhum outro sintoma. Gera a sensação de cansaço e falta de fôlego depois de algum esforço, e pode evoluir para falta de ar até mesmo em repouso.

Fique em casa e chame seu médico: Se você estiver com sintomas gripais, sem falta de ar e sem piora do estado geral, fique em casa, faça sua triagem e procure orientação remota. Se tiver, simultaneamente, mais de um sintoma da COVID-19, ligue para seu médico assim que possível.

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Como se proteger?

Ainda não há vacina para o vírus que causa a COVID-19. A melhor maneira de prevenir a doença é evitar a exposição ao vírus e fazer com frequência a higiene das mãos e do rosto.

  • A cada duas horas, mesmo em casa, lave as mãos com água e sabão por pelo menos 20 segundos, especialmente depois de ficar em local público, tossir ou espirrar.
  • Evite sair de casa. Mas, se precisar sair, mantenha sempre a distância mínima de 2 metros das demais pessoas. Se for fazer exercícios ao ar livre, mantenha maior distância dos demais.
  • Policie-se para controlar os movimentos que involuntariamente fazemos levando as mãos ao rosto. O contato do SARS-CoV-2 deve ser evitado principalmente nos olhos, boca e nariz.
  • Sempre que sair de casa use máscaras, e sempre que tossir ou espirrar cubra a boca e nariz com um lenço ou a parte interna do cotovelo. Depois higienize o braço ou o lenço.
  • Higienize diariamente objetos da sua casa como mesas, interruptores, maçanetas, banheiros e torneiras. Objetos de uso pessoal também devem ser limpos frequentemente, como o celular.

Tratamento para a COVID-19

Apesar de as pesquisas estarem progredindo em alta velocidade ao redor do mundo, ainda não existe um protocolo de tratamento reconhecido cientificamente para a cura da doença.

Da mesma forma, evoluem as pesquisas para o desenvolvimento de uma vacina, mas essa é uma solução que pode demorar meses para chegar à população.

Fique atento às novidades sobre tratamentos e vacinas nos conteúdos dentro do aplicativo Heart Care. Não faça automedicação, sempre consulte seu médico antes.

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Ficar em casa é a melhor forma de evitar a propagação do coronavírus

Como fazer a higiene das mãos

  • MOLHE
    AS MÃOS

  • APLIQUE
    SABÃO

  • ESFREGUE EM TODAS
    AS SUPERFÍCIES DAS MÃOS

  • ESFREGUE
    ENTRE OS DEDOS

  • AGARRE SEUS DEDOS E ESFREGUE
    NAS PALMAS DAS MÃOS

  • LIMPE
    OS DEDOS INDIVIDUALMENTE

  • LAVE AS UNHAS E AS
    PONTAS DOS DEDOS

  • SEQUE AS MÃOS (NÃO
    COMPARTILHE TOALHA DE ROSTO)

Em quem devo confiar?

Procure mais de uma fonte e consulte as fontes oficiais de informação de saúde, como a Organização Mundial da Saúde, o Ministério da Saúde ou outras agências oficiais de saúde locais.

Este é um momento em que recebemos grande volume de informações e muitas delas sem base científica ou perigosamente falsas, colocando em risco sua saúde. Converse com as pessoas do seu convívio para mantê-las atualizadas também, sempre com base em fontes sérias e comprometidas com a verdade.

Nossas orientações são baseadas em informações da Organização Mundial da Saúde.

Quem nós somos

Heart Care é uma healthtech brasileira comprometida com a saúde e qualidade de vida das pessoas.

Disponibilizamos de forma gratuita aos usuários soluções de tecnologia voltadas ao monitoramento e controle de sinais vitais, assim como o controle de compromissos médicos e o acesso rápido a serviços de saúde e emergência.

Para clientes corporativos, a Heart Care traz uma forma única de entendimento e comunicação com clientes no setor da saúde, assim como entre empresas e seus funcionários, a fim de promover uma melhor qualidade de vida e maior produtividade no trabalho.

Mídia

Veja o que a mídia está falando sobre nós

Nossos números sobre Covid-19

Criamos um mapeamento destes dados de forma estatística e segmentada por estados brasileiros, conforme o resultado individual da triagem de cada participante deste autoteste, apresentando dados estatísticos sobre o nível de risco de gravidade em caso de acometimento pela doença e a probabilidade de os participantes estarem infectados com o novo coronavírus.

Probabilidade de infecção dos respondentes

Neste mapa identificamos territorialmente, por estado, a proporção de pessoas com probabilidade de estarem infectadas com o novo coronavírus.

Neste grupo estão todas as pessoas que foram identificadas na triagem com probabilidade alta e baixa de estarem infectadas, de forma sintomática ou assintomática, e também as que já tiveram diagnóstico positivo de infecção, em testes laboratoriais, e que ainda não sejam consideradas curadas.

Os demais casos, que não fazem parte deste percentual, são os casos curados e os que apresentam probabilidade baixíssima ou remota de estarem infectados.

Taxa de pessoas com maior nível de risco

Neste mapa identificamos a proporção de pessoas com risco de desenvolver quadros mais graves da COVID-19, que representam alta probabilidade de necessidade de internação hospitalar, caso sejam infectadas pelo novo coronavírus.

O percentual indicado no mapa mostra a proporção de pessoas que, a partir desta avaliação, apresentam risco de evolução para caso grave em caso de acometimento pela doença; fazem parte dos grupos de risco alto ou médio-alto, considerando idade, dados fisiológicos e comportamentais, além de coexistência de doenças crônicas (comorbidades).

Os demais casos, que não fazem parte do percentual apresentado, são os participantes enquadrados como pessoas com risco baixo, médio-baixo ou médio, conforme os critérios apontados.

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Contrate a Heart Care e tenha acesso a inteligências na área de saúde que irão mudar a forma como você se relaciona com seus consumidores ou funcionários. Indique seu segmento abaixo, que entraremos em contato com você.

Nós apoiamos

Desde 2018, a Heart Care está comprometida com a responsabilidade corporativa do Pacto Global da ONU e seus princípios de Objetivos de Desenvolvimento Sustentável na área de boa saúde e bem-estar (ODS 3).

WE SUPPORT

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Perguntas e respostas sobre a COVID-19

Atualmente, circulam muitas informações duvidosas sobre a doença que, juntamente com notícias falsas, geram incertezas em toda a população. Por isso, nós da Heart Care nos movimentamos para elaborar um guia com perguntas e respostas além das essenciais informações sobre prevenção que já circulam amplamente.

Seguimos diretrizes científicas, médicas, epidemiológicas e sociais de diversas instituições de saúde, como dos Centros de Controle de Doenças e Prevenção (CDC), Organização das Nações Unidas (ONU) e Organização Mundial da Saúde (OMS), entre outros.

Nosso objetivo é colaborar com o compartilhamento de informações sérias e relevantes para que o entendimento do coronavírus seja ampliado.

Estas perguntas e respostas serão atualizadas à medida que avançar o conhecimento sobre a COVID-19: como se prevenir, como o vírus se espalha, com que intensidade e de que forma ele afeta o organismo e a vida das pessoas.

Como uma empresa de saúde que se baseia em ciência de dados, Heart Care contribui ativamente para o entendimento e análise de formas eficazes de controle do avanço da pandemia.

A seguir, informações e recomendações da OMS, abordando as mais frequentes dúvidas e questionamentos de bilhões de pessoas ao redor do mundo. Para outras informações, consulte regularmente a página da OMS sobre o coronavírus:
https://www.who.int/emergencies/diseases/novel-coronavirus-2019

Os coronavírus são uma grande família de vírus que podem causar doenças em animais ou humanos. Em humanos, sabe-se que vários coronavírus causam infecções respiratórias que variam do resfriado comum a doenças mais graves, como a Síndrome Respiratória do Oriente Médio (MERS) e a Síndrome Respiratória Aguda Grave (SARS). O coronavírus descoberto mais recentemente, SARS-CoV-2, causa a doença COVID-19.
COVID-19 é a doença infecciosa causada pelo coronavírus descoberto mais recentemente. Este novo vírus e doença eram desconhecidos antes do início do surto em Wuhan, China, em dezembro de 2019.
Os sintomas mais comuns da COVID-19 são febre, cansaço e tosse seca. Alguns pacientes podem ter dores, congestão nasal, corrimento nasal, dor de garganta ou diarréia.

Esses sintomas geralmente são leves e começam gradualmente. Muitas das pessoas que são infectadas não apresentam sintomas e não se sentem mal.

A maioria das pessoas (cerca de 80%) se recupera da doença sem precisar de tratamento especial. Cerca de 1 em cada 6 pessoas que contrai a COVID-19 fica gravemente doente e desenvolve dificuldade em respirar. As pessoas idosas e as que têm problemas médicos subjacentes, como pressão alta, problemas cardíacos ou diabetes, têm maior probabilidade de desenvolver quadros graves da doença. Pessoas com febre, tosse e dificuldade para respirar devem procurar atendimento médico.
As pessoas podem pegar a COVID-19 de outras pessoas que têm o vírus. A doença pode se espalhar de pessoa para pessoa através de pequenas gotículas do nariz ou da boca que se espalham quando uma pessoa com COVID-19 tosse, expira ou espirra. É por isso que é importante ficar a mais de 1 metro de uma pessoa doente.

Essas gotículas pousam em objetos e superfícies ao redor da pessoa. Outras pessoas pegam a COVID-19 tocando esses objetos ou superfícies e depois tocando nos olhos, nariz ou boca.

O vírus que causa a COVID-19 pode ser transmitido pelo ar?

Estudos até o momento sugerem que o vírus que causa a COVID-19 é transmitido principalmente pelo contato com gotículas respiratórias, e não pelo ar.

A COVID-19 pode ser detectado por uma pessoa que não apresenta sintomas?

A principal maneira pela qual a doença se espalha é através de gotículas respiratórias expelidas por alguém que está tossindo. O risco de contrair COVID-19 de alguém sem sintomas é muito baixo. No entanto, muitas pessoas com COVID-19 experimentam apenas sintomas leves.

Isto é particularmente verdade nos estágios iniciais da doença. Portanto, é possível pegar a COVID-19 de alguém que tenha, por exemplo, apenas uma tosse leve e não se sinta mal.

Posso pegar a COVID-19 nas fezes de alguém com a doença?

O risco de pegar COVID-19 nas fezes de uma pessoa infectada parece ser baixo. Embora as investigações iniciais sugiram que o vírus possa estar presente nas fezes em alguns casos, a disseminação por essa via não é uma característica principal do surto.

A OMS está avaliando pesquisas em andamento sobre a maneira como a COVID-19 é espalhado e continuará a compartilhar novas descobertas. Como isso é um risco, no entanto, é outro motivo para limpar as mãos regularmente, depois de usar o banheiro e antes de comer.
Medidas de proteção para todos:

Fique atento às informações mais recentes sobre o surto de COVID-19, disponíveis no site da OMS e por meio de sua autoridade de saúde pública nacional e local. Muitos países ao redor do mundo já viram casos de COVID-19 e em vários ocorreram surtos.

Alguns países conseguiram retardar ou interromper seus surtos. No entanto, a situação é imprevisível, portanto verifique regularmente as últimas notícias.

Alguns países conseguiram retardar ou interromper seus surtos. No entanto, a situação é imprevisível, portanto verifique regularmente as últimas notícias.

1) Limpe regularmente e completamente as mãos com um esfregão à base de álcool ou lave-as com água e sabão.

Por que? Lavar as mãos com água e sabão ou usar álcool nas mãos mata vírus que podem estar nas suas mãos.


2) Mantenha pelo menos 1 metro de distância entre você e qualquer pessoa que esteja tossindo ou espirrando.

Por que? Quando alguém tosse ou espirra, pulveriza pequenas gotas líquidas do nariz ou da boca, que podem conter vírus. Se você estiver muito próximo, poderá respirar as gotículas, incluindo o vírus da COVID-19, se a pessoa que tossir tiver a doença.


3) Evite tocar nos olhos, nariz e boca.

Por que? As mãos tocam muitas superfícies e podem pegar vírus. Uma vez contaminadas, as mãos podem transferir o vírus para os olhos, nariz ou boca. A partir daí, o vírus pode entrar no seu corpo e deixá-lo doente.


4) Certifique-se de que você e as pessoas ao seu redor seguem uma boa higiene respiratória. Isso significa cobrir a boca e o nariz com o cotovelo ou o tecido dobrado quando tossir ou espirrar. Em seguida, descarte o tecido usado imediatamente.

Por que? Gotas espalham vírus. Ao seguir uma boa higiene respiratória, você protege as pessoas ao seu redor contra vírus como resfriado, gripe e COVID-19.


5) Fique em casa se não se sentir bem. Se você tiver febre, tosse e dificuldade em respirar, procure atendimento médico e ligue com antecedência. Siga as instruções da sua autoridade sanitária local.

Por que? As autoridades nacionais e locais terão as informações mais atualizadas sobre a situação em sua área. Ligar com antecedência permitirá que seu médico o direcione rapidamente para o centro de saúde certo. Isso também irá protegê-lo e ajudar a impedir a propagação de vírus e outras infecções.


6) Mantenha-se atualizado sobre os pontos de acesso mais recentes da COVID-19 (cidades ou áreas locais onde a COVID-19 está se espalhando amplamente). Se possível, evite viajar para estes lugares - especialmente se for uma pessoa idosa ou tiver diabetes, doenças cardíacas ou pulmonares.

Por que? Você tem uma chance maior de pegar a COVID-19 em uma dessas áreas.


Medidas de proteção para pessoas que estão ou visitaram recentemente (há 14 dias) áreas em que a COVID-19 está se espalhando:

1) Siga as orientações descritas acima (medidas de proteção para todos)

2) Auto-isolar-se ficando em casa se começar a se sentir mal, mesmo com sintomas leves como dor de cabeça, febre baixa (37,5 C ou mais) e corrimento nasal leve, até você se recuperar. Se for essencial para você que alguém traga suprimentos ou sair, por exemplo, para comprar comida, use uma máscara para evitar infectar outras pessoas.

Por quê? Evitar o contato com outras pessoas e as visitas às instalações médicas permitirá que essas instalações funcionem com mais eficácia e ajudará a proteger você e outras pessoas contra a COVID-19 e outros vírus.

3) Se você desenvolver febre, tosse e dificuldade em respirar, procure orientação médica imediatamente, pois isso pode ocorrer devido a uma infecção respiratória ou outra condição séria. Ligue com antecedência e informe seu provedor de qualquer viagem recente ou entre em contato com os viajantes.
O risco depende de onde você está - e, mais especificamente, se existe um surto de COVID-19 lá.

Para a maioria das pessoas na maioria dos locais, o risco de pegar a COVID-19 ainda é baixo. No entanto, agora existem lugares em todo o mundo (cidades ou áreas) onde a doença está se espalhando. Para pessoas que moram ou visitam essas áreas, o risco de pegar a COVID-19 é maior.

Governos e autoridades de saúde estão tomando medidas vigorosas toda vez que um novo caso de COVID-19 é identificado. Certifique-se de cumprir todas as restrições locais sobre viagens, movimento ou grandes reuniões. A cooperação com os esforços de controle de doenças reduzirá o risco de pegar ou espalhar a COVID-19.

Os surtos de COVID-19 podem ser contidos e a transmissão interrompida, como foi mostrado na China e em alguns outros países. Infelizmente, novos surtos podem surgir rapidamente. É importante estar ciente da situação em que você está ou pretende ir. A OMS publica atualizações diárias sobre a situação da COVID-19 em todo o mundo.

Você pode vê-las em
https://www.who.int/emergencies/diseases/novel-coronavirus-2019/situation-reports/
A doença infecciosa da COVID-19 é geralmente leve, especialmente para crianças e adultos jovens. No entanto, pode causar doenças graves: cerca de 1 em cada 5 pessoas que a pegam precisa de cuidados hospitalares. Portanto, é bastante normal que as pessoas se preocupem com o impacto do surto de COVID-19 sobre elas e seus entes queridos.

Podemos canalizar nossas preocupações em ações para proteger a nós mesmos, nossos entes queridos e nossas comunidades. Em primeiro lugar, entre essas ações está a lavagem regular e completa das mãos e a boa higiene respiratória. Em segundo lugar, mantenha-se informado e siga os conselhos das autoridades locais de saúde, incluindo quaisquer restrições impostas a viagens, movimentação e reuniões.

Saiba mais sobre como se proteger em:
https://www.who.int/emergencies/diseases/novel-coronavirus-2019/advice-for-public
Enquanto ainda estamos aprendendo sobre como a COVID-19 afeta pessoas, idosos e pessoas com condições médicas pré-existentes (como pressão alta, doenças cardíacas, doenças pulmonares, câncer ou diabetes) parecem desenvolver, com mais frequência, quadros mais graves da doença, do que outros.
Não. Os antibióticos não funcionam contra vírus, eles funcionam apenas em infecções bacterianas. A COVID-19 é causada por um vírus, portanto os antibióticos não funcionam.

Antibióticos não devem ser usados como um meio de prevenção ou tratamento de COVID-19. Eles devem ser usados apenas como indicado por um médico para tratar uma infecção bacteriana.
Embora alguns remédios ocidentais, tradicionais ou domésticos possam proporcionar conforto e aliviar os sintomas da COVID-19, não há evidências de que a medicina atual possa prevenir ou curar a doença.

A automedicação não é recomendada em nenhuma situação e com nenhum medicamento, incluindo antibióticos, como prevenção ou cura da COVID-19.

No entanto, existem vários ensaios clínicos em andamento que incluem medicamentos ocidentais e tradicionais.
Ainda não. Até o momento, não há vacina nem medicamento antiviral específico para prevenir ou tratar a COVID-2019. No entanto, as pessoas afetadas devem receber cuidados para aliviar os sintomas.

Pessoas com doenças graves devem ser hospitalizadas. A maioria dos pacientes se recupera graças aos cuidados de suporte.

Possíveis vacinas e alguns tratamentos medicamentosos específicos estão sendo pesquisados e testados através de ensaios clínicos. A OMS está coordenando esforços para desenvolver vacinas e medicamentos para prevenir e tratar a COVID-19.

As maneiras mais eficazes de proteger a si e aos outros contra a COVID-19 são limpar frequentemente as mãos, cobrir a tosse com a curva do cotovelo ou tecido e manter uma distância de pelo menos 1 metro das pessoas que estão tossindo ou espirros. (Consulte Medidas básicas de proteção contra o novo coronavírus).
Não. O vírus que causa a COVID-19 e o que causou o surto da Síndrome Respiratória Aguda Grave (SARS) em 2003 estão relacionados entre si geneticamente, mas as doenças que causam são bem diferentes.

A SARS foi mais mortal, mas muito menos infecciosa que a COVID-19. Não houve surtos de SARS em nenhum lugar do mundo desde 2003.
Use uma máscara apenas se estiver com sintomas de COVID-19 (principalmente tosse) ou cuidando de alguém que possa ter COVID-19.

A máscara facial descartável pode ser usada apenas uma vez. Se você não está doente ou está cuidando de alguém que está doente, está desperdiçando uma máscara. Existe uma escassez mundial de máscaras, por isso a OMS recomenda às pessoas que usem máscaras com sabedoria.

A OMS recomenda o uso racional de máscaras médicas para evitar o desperdício desnecessário de recursos preciosos e o uso indevido de máscaras (consulte Conselhos sobre o uso de máscaras).

As maneiras mais eficazes de proteger a si e aos outros contra a COVID-19 são limpar frequentemente as mãos, cobrir a tosse com a curva do cotovelo ou tecido e manter uma distância de pelo menos 1 metro das pessoas que tossem ou espirram.

Consulte as medidas básicas de proteção contra o novo coronavírus para obter mais informações.
1) Lembre-se de que uma máscara deve ser usada apenas por profissionais de saúde, profissionais de saúde e indivíduos com sintomas respiratórios, como febre e tosse, a menos que as autoridades de saúde locais tenham decidido de outra maneira.

2) Antes de tocar na máscara, limpe as mãos com um desinfetante à base de álcool ou água e sabão.

3) Pegue a máscara e verifique se há rasgos ou buracos.

4) Oriente qual lado é o lado superior (onde está a tira de metal).

5) Verifique se o lado correto da máscara está voltado para fora (o lado colorido).

6) Coloque a máscara no seu rosto. Aperte a tira de metal ou a borda rígida da máscara para que ela se adapte ao formato do nariz.

7) Puxe a parte inferior da máscara para cobrir sua boca e seu queixo.

Após o uso, retire a máscara; remova as presilhas elásticas por trás das orelhas, mantendo a máscara longe do rosto e das roupas, para evitar tocar em superfícies potencialmente contaminadas da máscara.

Descarte a máscara em uma lixeira fechada imediatamente após o uso.

Execute a higiene das mãos depois de tocar ou descartar a máscara - use esfregar as mãos à base de álcool ou, se estiver visivelmente sujo, lave as mãos com água e sabão.
O período de incubação significa o tempo entre a captura do vírus e o início dos sintomas da doença.

A maioria das estimativas do período de incubação da COVID-19 varia de 1 a 14 dias, geralmente em torno de cinco dias. Essas estimativas serão atualizadas à medida que mais dados estiverem disponíveis.
Os coronavírus são uma grande família de vírus comuns em animais. Ocasionalmente, as pessoas são infectadas com esses vírus, que podem se espalhar para outras pessoas. Por exemplo, o SARS-CoV foi associado a gatos civeta e o MERS-CoV é transmitido por camelos dromedários. Possíveis fontes animais de COVID-19 ainda não foram confirmadas.

Para se proteger, como ao visitar mercados de animais vivos, evite o contato direto com animais e superfícies em contato com animais. Garanta sempre boas práticas de segurança alimentar.

Manuseie com cuidado carne crua, leite ou órgãos de animais para evitar a contaminação de alimentos não cozidos e o consumo de produtos de animais crus ou mal cozidos.
1) Temos conhecimento de casos de animais e animais de estimação de pacientes com COVID-19 infectados com a doença;

2) Como órgão intergovernamental responsável por melhorar a saúde animal em todo o mundo, a Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) vem desenvolvendo orientações técnicas sobre tópicos especializados relacionados à saúde animal, dedicados a serviços veterinários e especialistas técnicos (incluindo testes e quarentena);

3) Existe a possibilidade de alguns animais serem infectados através do contato próximo com seres humanos infectados. Mais evidências são necessárias para entender se animais e animais de estimação podem espalhar a doença;

4) Com base nas evidências atuais, a transmissão humano a humano continua sendo o principal fator;

5) Ainda é cedo para dizer se os gatos podem ser o hospedeiro intermediário na transmissão da COVID-19.
Não é certo quanto tempo o vírus que causa a COVID-19 sobrevive na superfície, mas parece se comportar como outros coronavírus.

Estudos sugerem que os coronavírus (incluindo informações preliminares sobre o vírus COVID-19) podem persistir nas superfícies por algumas horas ou até vários dias. Isso pode variar sob diferentes condições (por exemplo, tipo de superfície, temperatura ou umidade do ambiente).

Se você acha que uma superfície pode estar infectada, limpe-a com um desinfetante simples para matar o vírus e proteger a si e aos outros. Limpe as mãos com um esfregão à base de álcool ou lave-as com água e sabão. Evite tocar nos olhos, boca ou nariz.
Sim. A probabilidade de uma pessoa infectada contaminar mercadorias comerciais é baixa e o risco de pegar o vírus que causa a COVID-19 em um pacote que foi movido, transportado e exposto a diferentes condições e temperaturas também é baixo.
As seguintes medidas NÃO são eficazes contra a COVID-2019 e podem ser prejudiciais:
1) Fumar.

2) Usar várias máscaras.

3) Tomar antibióticos (consulte a pergunta acima Existem medicamentos ou terapias que podem prevenir ou curar COVID-19?).

De qualquer forma, se você tiver febre, tosse e dificuldade em respirar, procure atendimento médico com antecedência para reduzir o risco de desenvolver uma infecção mais grave e compartilhe seu histórico de viagens recente com o seu médico.
Atualmente, a origem do SARS-CoV-2, o coronavírus (CoV) que causa a COVID-19, é desconhecida.

Todas as evidências disponíveis sugerem que o SARS-CoV-2 tem uma origem animal natural e não é um vírus construído. O vírus SARS-CoV-2 provavelmente tem seu reservatório ecológico em morcegos.

O SARS-CoV-2 pertence a um grupo de vírus geneticamente relacionados, que também inclui o SARS-CoV e vários outros CoVs isolados de populações de morcegos. O MERS-CoV também pertence a esse grupo, mas está menos relacionado.
Os primeiros casos humanos de COVID-19 foram identificados na cidade de Wuhan, China, em dezembro de 2019. Nesta fase, não é possível determinar com precisão como os seres humanos na China foram inicialmente infectados com SARS-CoV-2.

No entanto, o SARS-CoV, o vírus que causou o surto de SARS em 2003, saltou de um reservatório de animais (gatos civet, um animal selvagem de criação) para os humanos e depois se espalhou entre os humanos.

De maneira semelhante, acredita-se que o SARS-CoV-2 tenha pulado a barreira das espécies e infectado inicialmente os seres humanos, mas mais provavelmente através de um hospedeiro intermediário, ou seja, outra espécie animal com maior probabilidade de ser tratada pelos seres humanos - esse poderia ser um animal doméstico , um animal selvagem ou um animal selvagem domesticado e, até o momento, não foram identificados.

Até que a fonte desse vírus seja identificada e controlada, existe o risco de reintrodução do vírus na população humana e o risco de novos surtos como os que estamos enfrentando atualmente.
O vírus que causa a COVID-19 é transmitido principalmente através de gotículas geradas quando uma pessoa infectada tosse, espirra ou fala. Essas gotículas são muito pesadas para ficar no ar. Elas caem rapidamente em pisos ou superfícies.

Você pode ser infectado respirando o vírus se estiver a menos de 1 metro de uma pessoa que tem COVID-19 ou tocando em uma superfície contaminada e tocando seus olhos, nariz ou boca antes de lavar as mãos.